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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011!!! Saúde, Força e União!!!

 A todos os Irmãos do Planeta de todos os Ritos, um Feliz 2011!!!
Saúde, Força e União!




 


DIA DA ESPERANÇA – Terminar o ano no dia da esperança é muito significativo. Quer dizer que encerramos um tempo, já pensando com otimismo no próximo. A esperança é própria do ser humano: acreditamos no que vai vir porque sabemos que vai vir. E esperamos sempre o melhor: ninguém espera uma catástrofe, uma tragédia, uma coisa ruim, mas dias melhores, condições melhores, situações mais humanas, mais justas, mais felizes. A esperança é uma virtude e, como tal, precisa de espíritos fortes e corajosos que a desenvolvam. E quem tem esperança sabe o quanto é difícil convencer quem não tem. Esperança, talvez, não deva ser confundida com otimismo, porque seria pouco, porque nem sempre podemos ser otimistas, mas podemos sempre ter esperança. O símbolo da esperança é uma âncora porque a âncora dá segurança, salva. Seria interessante se pudéssemos ser como as âncoras que, discretas nas embarcações, estão sempre ali para dar um suporte, uma força, uma segurança. Sem esquecer que uma âncora só desempenha seu papel se mergulhada na profundidade. Não há âncoras superficiais. E que o novo ano seja repleto de muita e santa esperança. Alguns calendários comemorativos trazem esta data como sendo em 28 de dezembro.

Fonte: Prof.Gabriel Campos de Oliveira" <gab_campos@msn.com

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Ir.'. Albert Pike - O Pai do R.'. E.'. A.'. A.'. (Moderno)




Albert Pike
1809 -1891
Considerado o pai do R.E.A.A. moderno.
(CURTA BIOGRAFIA)


Albert Pike nasceu em 29 de dezembro de 1809 e era o filho mais velho de seis irmãos do casal Benjamin e Sarah Andrews Pike. Pike cresceu em um ambiente cristão freqüentando uma igreja Episcopal. Foi aprovado no exame de admissão Colégio de Harvard quando tinha 15 anos, mas não conseguiu freqüenta-lo por falta de dinheiro. Depois de viajar pelo oeste americano pela região de Santa Fé, Pike estabilizou-se no Arkansas, onde trabalhou como editor de um jornal local. No Arkansas, encontra Mary Ann Hamilton e casa-se em 28 de novembro de 1834. Desta união nasceram 11 filhos.

Pike foi advogado, poeta, um profícuo escritor, general de brigada no Exército dos Estados Confederados da América e maçom. Era um leitor voraz, interessado especialmente em religiões e sistemas filosóficos das culturas antigas. Como general não comandou nem tropas brancas nem negras, mas índios americanos. Estudou e respeitou a opinião religiosa de seus comandados. Mas não importa como profundamente sondou em outras religiões, nada mudou em Pike, sempre foi um cristão devoto.
Tinha 41 anos em 1850 quando foi iniciado na Loja Western Star Nº 2 em Little Rock, Arkansas. Muito ativo na Grande Loja do Arkansas, Pike galgou até o 10º grau do Rito de York de 1850 a 1853. Recebeu o grau 29º do R.E.A.A. em março de 1853 de Albert Gallatin Mackey em Charleston, S.C.
O R.E.A.A. havia sido introduzido nos Estados Unidos em 1783 e a cidade de Charleston foi o local do primeiro Supremo Conselho deste Rito, até que um outro Conselho, o Supremo Conselho do Norte foi estabelecido na cidade de New York em 1813. A divisão de jurisdição entre o Sul e Norte foi regulamentada 1828 e permanece até hoje.


Fonte: http://www.guatimozin.org.br

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Homenagem ao Rito Brasileiro - 23/12/2010 - 96 Anos de Criação

22/12/2010 - 98 Anos de Criação do Rito Brasileiro
A todos os Irmãos do Rito Brasileiro, em especial ao Soberando Grande Primaz Irmão NEI INOCÊNCIO DOS SANTOS, os meus mais sinceros votos de Agradecimentos pela sua dedicação a esse rito, do qual eu serei eternamente agradecido. Nele eu fui Elevado e Exaltado e cheguei ao cargo de 1º Vigilante da ARLS Libertadores das Américas Nº 3380, Oriente de Brasilia/DF. Que o G.'. A.'. D.'. U.'. lhe dê SAÚDE para conduzir o querido RITO BRASILEIRO no solo Brasileiro.



A MAÇONARIA DO RITO BRASILEIRO
 No período compreendido entre 1878 à 1882, o negociante José Firmo Xavier criou uma sociedade secreta à feição da Maçonaria, colocando-a sob os auspícios da S. M. Imperador D. Pedro II, da Família Imperial e do Papa, era a Maçonaria do Especial Rito Brasileiro para as Casas do Círculo do Grande Oriente de Pernambuco.
 Tinha por finalidade defender a religião católica, sustentar a Monarquia Brasileira, praticar caridade, desenvolver as ciências, as letras, as artes, a indústria, o comércio, a agricultura e contribuir para a extinção do elemento servil.
 Era destinada somente à todos os brasileiros natos, sem distinção de classe, como especifica o art. 3º da sua Constituição.
 A base do Rito era a Maçonaria Simbólica com seus três Graus Simbólicos. Sobre essa base erguia-se a hierarquia dos 20 Altos Graus. As Lojas Simbólicas de hoje eram chamadas de Casas e tomavam o nome que quisessem, mas não podiam substituí-lo sob pretexto algum. Quando uma Casa abatia colunas, era proibido se instalar outra com o mesmo nome.
 A Constituição deste Rito, em diversos artigos, referia-se à emancipação dos escravos, dispensando carinho e atenção à alforria, inclusive com a criação de um cofre especial para se deitar o óbulo que quiserem a bem da emancipação dos escravos, que era comemorada com festa, na data magna do aniversário do Rito, no dia 29 de Junho, com a entrega solene das Cartas dos Libertos pelo respectivo cofre de emancipação.
 A Regência das Casas durava o período de um ano, e era composta de um Venerável, quatro Vigilantes (dois titulares e dois suplentes), um orador, um Secretário, um Tesoureiro, um Fiel, dois Guardas da Cruz, quatro Defensores e quatro Acusadores, quatro Sindicantes, quatro Mestres, quatro Andadores e dois Guardas do Templo. O Irmão eleito Venerável só poderia ser reeleito depois de findar quatro anos da sua administração.
 Além do Oriente, os Irmãos tomavam assento na Coluna do Norte do Vale do Soberbo Amazonas, de responsabilidade do Primeiro Vigilante, e na Coluna do Sul do Vale do Prata, sob os cuidados  do Segundo  Vigilante; pediam Vênia por duas palmas ao Venerável.
 O Ir:. Orador tinha assento em lugar especial ao lado esquerdo do venerável; além de exercer as atuais atribuições do cargo, ele também era o relator de todos os processos, que eram entregues ao Acusador.
 Os Irmãos Acusadores (Coluna do Norte) eram responsáveis pela acusação das faltas e erros dos irmãos, sendo a escolha de um deles por votação da Regência. Os Irmãos Defensores (Coluna do Sul), eram ocupados na defesa dos Irmãos processados, sendo um deles escolhido pelo Irmão acusado.
 Os Irmãos Sindicantes tomavam assento na Coluna do Prata (2) e na Coluna do Amazonas (2) e eram  responsáveis "em bem examinar e indagar das faltas chegadas quer pela voz pública, ou pelas pranchas que receberem".
 Os Irmãos Mestres tomavam assento em ambas as Colunas e dentre outras competências, eram responsáveis "por ensinar aos Irmãos da sua Coluna os toques e sinais e escrituração para bem poderem gozar e vencerem nos mistérios da Santa Irmandade", bem como executar todo trabalho cerimonial  do Rito e de fazerem a polícia interna do Tabernáculo.
 Os Guardas da Cruz, também tomavam assento em ambas as Colunas e eram chamados pelo Venerável para junto do docel quando tiver de descerrar o Santo Padroeiro e aí ficarão de pé até o fim do ato.
 Os Guardas do Templo exerciam as mesmas funções dos nossos atuais Cobridores, sendo que, o que se encontrava no interior do Templo transmitia ao 2º Vigilante tudo que de fora do Tabernáculo lhe era comunicado.
 Foi criado um Supremo Conselho do Grande Oriente em Pernambuco, ao qual ficará sujeita a Maçonaria do Especial Rito Brasileiro, que tinha o Imperador D. Pedro II, a  S. S. Pontifica e os Príncipes da Família Imperial como Grandes Chefes Protetores, com o Grau 23, e como Grande Chefe Propagador e vitalício, com o Grau 22, o autor da idéia, José Firmo Xavier. Em caso de sua morte o Grande Chefe Propagador seria substituído, por eleição do Supremo Conselho, tomando o que o substituir o título de Chefe Conservador.
 O autor do Rito encaminhou ao Imperador D. Pedro II uma cópia da Constituição do Rito acompanhada de uma lista com os 838 nomes de irmãos, denominada "Caderneta Nominal dos Sócios da Nobre e Augusta Casa Maçônica do Especial Rito Brasileiro Coração Livre e Popular propagada e instalada em Pernambuco". Foi observado que após o nome de muitos, havia a palavra - Republicano.
 O Irmão Mário Behring informa que a tal lista foi enviada a D. Pedro II acompanhada da Constituição, para que ele naturalmente soubesse quais os seus defensores em Pernambuco, o que não se acredita, pois nessa extensa relação havia vários republicanos que, certamente, não seriam as pessoas indicadas para a defesa do Imperador.
 Para Álvaro Palmeira, Grão-Mestre Honorário e Grande Instrutor do Rito Brasileiro, em decorrência dos fatos anteriormente relatados, era bem provável que Firmo Xavier queria fechar as feridas deixadas, sobretudo em Pernambuco, pela  "Questão Religiosa", e sonhando ardentemente ver essa amizade restabelecida, colocou  o  seu Rito sob  a proteção de D. Pedro II,  da Família Imperial e do Papa.
 Ainda, Álvaro Palmeira julga que o Rito não prosperou, por conter preceito de irregularidade, como a só admissão de brasileiro nato.
 Assim, apesar de tudo, a Maçonaria do Especial Rito Brasileiro não alcançou seus desígnios e abateu colunas talvez antes do tempo.
A CRIAÇÃO DO RITO BRASILEIRO

O IDEALIZADOR DO RITO BRASILEIRO - LAURO SODRÉ 
O General Lauro Sodré e Silva assumiu o Grão Mestrado da Maçonaria em 21 de junho de 1904, e durante quase treze anos empunhou o Supremo Malhete, após diversas reeleições. Ao assumir os desígnios da Maçonaria Brasileira, Lauro Sodré já era uma figura respeitada e admirada no cenário político nacional. Destacou-se na campanha abolicionista e na propaganda republicana; foi discípulo dileto de Benjamim Constant e seu secretário quando este foi Ministro da Guerra; presidiu a Província do Pará, pela primeira vez, aos 33 anos incompletos, em 1891; opôs-se incisivamente ao golpe militar promovido por Deodoro, em 1891, contribuindo para a renúncia do ditador[1]; foi Senador pelo Pará (1897-1902) e pelo Distrito Federal (1903). 
O Irmão Lauro Sodré cultuava a liberdade e o livre arbítrio, e por isso participou do levante da Escola Militar da Praia Vermelha contra a obrigatoriedade da vacinação contra a febre amarela, não por oporem-se contra a vacinação, mas contra a sua obrigatoriedade. 
Esse foi o homem que conquistou o Supremo Malhete, em 1904, e deteve o expressivo apoio e veneração de seus Irmãos, produzindo inúmeras realizações, entre as quais destacamos: a criação do Grande Oriente do Amazonas; a elaboração da nova Lei Magna do Grande Oriente, conhecida como Constituição Lauro Sodré (1907); a criação do Grande Capítulo do Rito de York (1913); promoveu o estreitamento de relações com a Grande Loja Unida da Inglaterra, celebrou Tratados de Paz e Amizade com o Grande Oriente da Argentina (1904) e com o Grande Oriente Lusitano (1907); criou o ensino primário obrigatório para filhos de Maçons (1915); registro do patrimônio maçônico (1916) e a organização do Gabinete das Insígnias. 
Contudo, podemos afirmar que a mais importante das suas contribuições para a maçonaria Brasileira foi, indubitavelmente, a criação do Rito Brasileiro. 

A CRIAÇÃO DO RITO BRASILEIRO DE LAURO SODRÉ
Não se sabe quais as razões que levaram Lauro Sodré a fundar o Rito Brasileiro. Teria sido uma resposta ao apelo do "Cavaleiro Rosa-Cruz" (1894), ou influência da Maçonaria do Especial Rito Brasileiro criada por José Firmo Xavier (1978 - 1882)? 
Contudo, o que existe de mais concreto é que várias reuniões de Maçons ocorreram na casa do General José Joaquim do Rego Barros, no Quartel da Antiga Artilharia de Costa, em 1914, onde o ideal trazido pelo General Lauro Sodré, o criador da idéia, tomou corpo. Participaram dessas reuniões e de outras ocorridas no Grande Oriente do Brasil, quando foi tratada a fundação do Rito, os Irmãos: Lauro Muller, Dr. Nilo Peçanha, Dr. José Mariano Carneiro da Cunha, Amaro Albuquerque, A. O. de Lima Rodrigues, Coelho Lisboa, Eugênio Lopes Pinto, Evaristo de Morais, Firmo Braga, Floresta de Miranda, Horta Barbosa, Joaquim Xavier Guimarães Natal, Leôncio Correia, Mário Behring, Monteiro de Souza, Otacílio Câmara, Otávio Kelly, Ticiano Corrégio Daemon, Tomaz Cavalcanti, Veríssimo José da Costa e Virgílio Antonino. 
As personalidades que se reuniam na casa do Comandante do antigo Quartel de Artilharia de Costa, no Rio de Janeiro, eram destacadas figuras da intelectualidade, da sociedade e da política. 
Finalmente, o Conselho Geral da Ordem, presidido pelo Poderoso Irmão Lauro Sodré, se reuniu em Sessão Ordinária no dia 21 de dezembro de 1914 e deliberou pelo reconhecimento e adoção do Rito Brasileiro, gozando das mesmas regalias concedidas aos demais Ritos reconhecidos pelo  Grande Oriente do Brasil, conforme proposta apresentada pelo Irmão Grande Orador Interino Eugenio Pinto, aprovada pelos presentes, havendo apenas um voto contrário à medida, do Poderoso Irmão Carlos Duarte, que achava desnecessário mais um Rito. Participaram da reunião, além dos já citados: Dr. Ticiano Daemon, Dr. Horta Barbosa, Dr. Monteiro de Souza, Dr. Octacílio Câmara, Dr. Floresta de Miranda, Dr. Loureiro de Andrade e Dr. Firmo Braga. 
No dia 23 de dezembro de 1914, era baixado o Decreto nº 500, com o seguinte texto:  
"Lauro Sodré, Grão Mestre da Ordem Maçônica no Brasil;
                       Faz saber a todos os maçons e oficinas da Federação, para que cumpram e façam cumprir, que em Sessão efetuada no dia 21 de dezembro deste ano, o Ilustríssimo Cons:. Ger:. da Ord:. aprovou o reconhecimento e incorporação do Rito Brasileiro entre os que compõem o Grande Oriente do Brasil, com os mesmos ônus e direitos, regido liturgicamente pela sua constituição particular, respeitado o dispositivo do art. 34º do Reg:. Ger:. , ficando autorizada a funcionar a sua Grande Loja, intermediária das relações entre os Irmãos do Rito e entre estes e os Poderes Maçônicos de que trata o art. 4º do Reg:. Ger:., o que é promulgado pelo presente decreto".

Assinavam o decreto, Lauro Sodré, Grão-Mestre da Ordem; Ticiano Corregio Daemon, Grande Secretário-Geral da Ordem; e A. O. Lima Rodrigues, Grande Chanceler. 
Contudo, Lauro Sodré, em decorrência de ter sido eleito para a Presidência da Província do Pará, e por ter de fixar sua residência fora da sede do Grande Oriente solicitou sua renúncia ao cargo de Grão-Mestre. Consternado, o Conselho Geral da Ordem, em março de 1916, a aceitou, assumindo interinamente o Contra-Almirante Veríssimo José da Costa. 
Felizmente, o Soberano Grão-Mestre em exercício Veríssimo José da Costa se interessava bastante pelo Rito Brasileiro e graças à ele, em 16 outubro de 1916, o Decreto nº 500, de 23 de dezembro de 1914, foi remetido para ser homologado pela Soberana Assembléia Geral, que reconheceu, consagrou e autorizou o Rito Brasileiro, por estar em harmonia com os princípios maçônicos, cumprindo-se, assim o preceito do EX-VI do nº 13 do art. 35 da Constituição de 24 de fevereiro de 1907. 
A homologação deu origem ao Decreto nº 536, de 17 de outubro de 1916, em cujo texto o Grão Mestre da Ordem em exercício, em conformidade com a resolução da Soberana Assembléia-Geral, reconhecia, consagrava e autorizava o Rito Brasileiro criado e incorporado ao Grande Oriente do Brasil pelo Decreto nº 500, de 23 de dezembro de 1914. 
Prosseguindo, em 17 de Junho de 1917, o Soberano Grão-Mestre Veríssimo da Costa, baixou o Decreto nº 554, que adotava e incorporava ao patrimônio da legislação do Grande Oriente do Brasil a Constituição do Rito Brasileiro, contendo a sua Declaração de Princípios; Estatutos; Regulamentos; Rituais e Institutos.
 Em 1919, Veríssimo da Costa num gesto de grande magnaminidade, antes de entregar a Chefia da Ordem á Nilo Peçanha, concedeu ao Irmão Lauro Sodré, o título de Grande Benemérito da Ordem pelos serviços especiais, extraordinários e relevantes prestados aos ideais Maçônicos, bem como o de Grão-Mestre Honorário da Ordem, reconhecendo o profícuo  trabalho deste insigne brasileiro em prol da Maçonaria Brasileira.
 O Rito Brasileiro, desde o seu surgimento, em 1914, foi se oficializando sem pressa, como vimos. Depois, ficou adormecido por várias razões, entre as quais destacamos a eclosão da guerra de 1914-1918, bem como a intolerância de Maçons que viam o Rito com desconfiança e má fé e porque também não tinha constituída a Oficina-Chefe, isto é, o Supremo Conclave, o que só viria a ocorrer em 1941, sob o nome de Conclave dos Servidores da Ordem e da Pátria.
 Outro agravante era não existirem Rituais, nem para os três Graus Simbólicos, e só em 1940, Octaviano Menezes Bastos redigiu e imprimiu o Grau Um, e Álvaro Palmeira redigiu e imprimiu o Grau Dois, ambos adotados pelo Conclave. Palmeira ainda redigiu o Grau Três, mas não o imprimiu.
 Quando o Rito Brasileiro surgiu, veio com 33 Graus, sendo 3 Graus Simbólicos obrigatórios, e as 5 Ordens de Altos Graus, que de acordo com a Constituição de 1917 eram: Cavaleiro do Rito; Paladino de Deus; Apóstolo do Templo; Defensor do bem Público e Servidor da Ordem e da Pátria. 
Em 1919, foi impressa a primeira Constituição do Rito, sendo seu relator o Ir:. Octaviano Bastos, nela contendo, além dos 3 Graus Simbólicos, haviam 4 Títulos de Honra, correspondentes aos Graus 18, 21, 30, 33: Cavaleiro do Rito, Paladino do Dever, Apóstolo do Bem Público e Servidor da Ordem e da Pátria. 
Desde o início a nomenclatura dos 30 Altos Graus se afastou inteiramente da nomenclatura escocesa. 
Desde 1914, o Rito se declarou teísta, como o Rito de York, admitindo a existência de Deus, o Supremo Arquiteto, e sua ação providencial no Universo.
 A primeira Loja do Rito foi fundada na Província de Pernambuco, depois, em 1928, surgiu a Loja Ypiranga, em São Paulo. Acanhadamente surgia uma Loja do Rito Brasileiro aqui e ali, que sem mais nem menos, abatia colunas ou simplesmente mudava de Rito, porque não encontrava ambiente favorável ou por falta absoluta de Rituais e de Oficina Chefe, e essa situação perdurou até a década de sessenta, quando assumiu a Direção do Grande Oriente do Brasil, o Irmão Professor Álvaro Palmeira, responsável pela consolidação do Rito Brasileiro
A Consolidação do Rito Brasileiro
   I - O DESPERTAR EM 1940
Na Ordem do Dia da Sessão Ordinária do Conselho Geral da Ordem, ocorrida a 22 de julho de 1940, Octaviano Bastos faz a leitura do projeto da nova Constituição do Rito, que é aprovado com algumas emendas. Na mesma Sessão ordinária também é aprovado o projeto de lei que autorizava ao Grão-Mestre:
a) Ativar o funcionamento do Rito Brasileiro de conformidade com a sua Constituição e a iniciar a formação do seu Conclave, nomeando seus primeiros fundadores;
b) Estimular a instalação da primeira Oficina do Rito dispensando todas as taxas a que estiver sujeita e os emolumentos dos três primeiros profanos que nela se iniciarem;
c) Conceder favores idênticos às Oficinas que passarem a funcionar seguindo o R:.B:., dentro do prazo de 180 dias, renunciando ao regimem Capitular;
d) Providenciar junto ao Conclave, para que aos Maçons Capitulares dessas Oficinas sejam concedidos Títulos do R:.B:., correspondentes aos Altos Graus possuídos, com o fim de constituírem os respectivos Corpos.
 Assim, o Grão Mestrado através do Ato nº 1617, de 03 de agosto de 1940, em atenção à resolução tomada em Sessão Ordinária no dia 22 de julho pelo Cons:.Ger:. da Ord:., nomeia os IIr:. Antônio de Oliveira Brito, Octaviano Bastos, Álvaro Palmeira, Alexandre Brasil de Araújo, Romeu Gibson, Pedro Ramos e Oscar Argollo para procederem à formação do "Conclave do Rito".
 Em janeiro de 1941, o Grão-Mestre Joaquim Rodrigues Neves, em decorrência da Comissão ter  cumprido a sua missão, nomeia a Comissão Instaladora do Conclave dos Servidores da Pátria do Rito Brasileiro, sendo o seu presidente o Ir:. Octaviano Menezes Bastos, e como demais membros os IIr:. Arthur Paulino de Souza, José Marcello Moreira, Capitulino dos Santos Júnior e Aristides Lopes Vieira.
Até 1940, não existiam Rituais, nem para os três Graus Simbólicos, quando Octaviano Bastos redigiu e imprimiu o do Grau 1, e Álvaro Palmeira redigiu e imprimiu o do Grau 2,ambos adotados pelo Conclave. Palmeira ainda redigiu o do Grau 3, mas não o imprimiu.
 E tudo ali, em 1940 era patriótico: a aclamação (Ciência, Razão, Brasil), a palavra de passe (Brasil), a decoração verde-amarelo dos templos (paredes, altares, dossel|), a exigência de "ser preferencialmente brasileiro".
 No dia 30 de abril de 1941, dá-se a regularização do Rito Brasileiro da Loja Brasil. Em 10 de julho de 1941 o Grão-Mestre Joaquim Rodrigues Neves, baixou o decreto nº 1259, aumentando para 10 dias o número de profanos que seriam dispensados dos emolumentos cabíveis ao se iniciarem.
 Apesar de todas essas alterações e emendas na Constituição, o Rito Brasileiro não tomou força e vigor necessário para ocupar o lugar que lhe fora destinado.
 Foram reconhecidas as Lojas fundadas que preenchiam as exigências da Constituição da Ordem e do Rito: Loja Ypiranga (SP, 1928); Loja Brasil (RS, 1941); Loja Gonçalves ledo (MG, 1940; Loja Cruzeiro do Sul V (PI, 1949); Loja Renovação (RJ, 1956); Loja Clementino Câmara (RN, 1958), que chegou a publicar por conta própria, em 1966, o Ritual do 3º Grau, adaptando-o do escocês, para suprir a omissão que havia; Loja Fraternidade e Progresso III (RJ, 1959; Loja Alvorada (SP, 1959), e Loja Quatorze de Julho V (1961).
 Entretanto essas Lojas tiveram vida curta ou mudaram de Rito, pelas razões já citadas e pela ausência de um grupo efetivamente dedicado.
 Esse quadro só começaria a ser mudado com a eleição do Irmão Álvaro Palmeira, que como candidato único, embora relutante em aceitar a sua indicação do seu nome para o alto cargo, foi eleito tranqüilamente em 1963.
 II - O IRMÃO ÁLVARO PALMEIRA:
 O Ir:. Álvaro Palmeira, em 1920, foi iniciado, com a idade mínima, na Loja Fraternidade Española, do Rito Moderno, no Grande Oriente do Brasil. Ocupou todos os cargos dentro da Maçonaria. Em 1944, em decorrência de discordar da atuação do Grão-Mestrado da época, ele abandona "provisoriamente" o Grande Oriente do Brasil e funda o Movimento Maçônico Restaurador, nesse ano, e a Grande Loja do Brasil, em 1945.
 Palmeira contribuiu decisoriamente para a fundação do Grande Oriente Unido, em 1948, incorporando as Lojas Simbólicas da Grande Loja Brasil ao Grande Oriente Unido, em 1950, convertendo-se aquele Corpo numa Grande Loja de Veneráveis. Em 1956, foi eleito Grão-Mestre do Grande Oriente Unido. Em dezembro de 1956, cessando os motivos que o afastaram do Grande Oriente do Brasil, ele retorna, incorporando à tradicional Potência o Grande Oriente Unido, com 51 Lojas, inclusive entregando ao GOB todo o patrimônio móvel e imóvel, documentos e o numerário existente no Grande Cofre.
 Após esse gesto, considerou-se "simples Mestre Maçom do Grande Oriente do Brasil".
Quando assumiu o Grão Mestrado, em 1963, entre outras realizações, restaurou as finanças, intensificou as relações Maçônicas com quase todo mundo, reorganizou e reabriu a Biblioteca Maçônica, graças ao trabalho do Ir:. Nicola Aslan, Grande Secretário Geral da Cultura e Orientação, aumentou o patrimônio do GOB, adquirindo e construindo prédios, inclusive evitando a demolição do Palácio Maçônico do Lavradio, instalou o Grande Oriente da Bahia (1964), o Grande Oriente do Maranhão (1966), o Conselho de Veneráveis d Distrito Federal, estreitou relações maçônicas internas e celebrou Tratados com o Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito, com o Grande Capítulo dos Cavaleiros Noaquitas e com o Supremo Conclave do Rito Brasileiro (1968). Ainda, criou a Mútua Maçônica e o Quaro de Hora de Estudos, nas Sessões das Lojas.
 Foi benemérito de diversas Lojas e Institutos, possuía um impressionante medalheiro. Esse é apenas parte do seu Currículo Maçônico, e muito teríamos que escrever sobre o seu currículo profano, que é realmente expressivo.
 Essa é a nobre figura que dedicou seus esforços para que o Rito Brasileiro se consolidasse e cumprisse seus desígnios. Ao deixar o Grão Mestrado em 1968, estava convencido de que a Maçonaria não podia continuar alienada da vida contemporânea, presa a idéias de 1717, como o que era bom há dois séculos e meio, fosse ainda bom para s nossos dias. Para ele o Rito Brasileiro pretende abrir ou iniciar um novo período na História da Maçonaria Universal.
 III - O NOVO DESPERTAR- Álvaro Palmeira e a Consolidação do R...B...
 Quando Álvaro Palmeira assumiu o seu mandato, em 1963, o Rito Brasileiro apresentava o seguinte cenário: 
  • a) Era um Rito reconhecido e incorporado ao Grande Oriente do Brasil, reconhecido, consagrado e autorizado pela Soberana Assembléia e tinha a sua Constituição adotada e incorporada ao patrimônio legislativo do Grande Oriente;
     b) Ocorreram duas tentativas para a sua implantação definitiva, uma em 1921, em São Paulo e outra em 1940, na antiga Guanabara, com a publicação de alguns Rituais e fundação de algumas Lojas;
    c) As lojas surgidas em diversos Orientes, tanto naquele período inicial e outras mais recentemente, fracassaram pela falta de Rituais completos e ausência de governo no filosofismo do Rito;
     d) Dois Atos haviam sido baixados pelo Grão-Mestre, em 1940, o de nº 1617, relacionado com a constituição do núcleo do Corpo Máximo do R:.B:. (Supremo Conclave), e o outro, o de nº 1636, que designava uma comissão para sua regularização;
    e) Vários IIr:. de relevo, depois de 1940, haviam sido agraciados com o mais alto Titulo do Rito, mas o Supremo Conclave, logo adiante, adormeceu;

  • f) Havia, nessa época, um interesse manifesto pelo Grão-Mestrado, em promover uma reformulação na Maçonaria no sentido de ela corresponder às exigências do momento vigente, e o Rito Brasileiro, por seu conteúdo, era o que possibilitaria a interação da Maçonaria Contemplativa à Maçonaria Militante, respeitando o alto conteúdo doutrinário da Instituição. A igreja católica era o exemplo marcante de que era possível a uma instituição que cultiva a tradição, ser evolutiva no atendimento das necessidades conjunturais da sociedade;
     g) Em março de 1968, infelizmente, não havia nenhuma Loja do Rito Brasileiro do Grande Oriente do Brasil em funcionamento, encontrando-se o Rito adormecido.

  • Assim, o Grão-Mestre Álvaro Palmeira, considerando o cenário existente, e o desejo insistente de numerosos IIr:. em vários Orientes, de trabalharem no Sistema do Rito Brasileiro, que vinham de encontro aos seus próprios anseios, e contando com o apoio  e a aprovação unânime dos IIr:. do Conselho Federal da Ordem, desencadeia o processo de implantação regular do Rito Brasileiro, ao baixar o decreto nº 2080, de 19 de março de 1968, que teve o intuito de renovar os Superiores  Objetivos do  Ato nº 1617, de 03 de agosto de 1940, como marco inicial da efetiva implantação  do Rito Brasileiro, e determina a constituição de uma Comissão Especial, composta por 15 Poderosos Irmãos, com a finalidade de reverem, com plenos poderes, a Constituição do Rito Brasileiro, publicada pelo Grande Oriente do Brasil, em 1940, de modo a colocar o Rito rigorosamente em acordo com as exigências Maçônicas da Regularidade Internacional, fazê-lo Universal, separar o  Simbolismo, do Filosofismo, e tornando-o um  verdadeiro veículo de renovação da Ordem, conciliando a  Tradição com a Evolução.
     Participaram desta Comissão os EEm:.IIr:. Benjamim Sodré, Grão-Mestre Geral Honorário e Erasmo Martins Pedro, Grão-Mestre Adjunto, e mais os PPod:.IIr:. Adhemar Flores, Adalberto Alves Sarda, Álvaro de Mello Alves Filho, Ardvaldo Ramos, Cândido Ferreira de Almeida, Edgard Antunes de Alencar, Eugênio Macedo Matoso, Humberto Chaves, Jorge Bittencourt, Jurandyr Pires Ferreira, Norberto Santos, Oscar Argollo e Tito Ascoli de Oliva Maya.
     O Professor Álvaro Palmeira se designou Assessor desta comissão, orientando seus trabalhos, inclusive na redação da nova Constituição do Rito, aprovada em 25 de Abril de 1968. Nela, os quatro Títulos de Honra, constantes na Constituição de 1919, transladaram-se para as quatro Oficinas Litúrgicas: Sublimes Capítulos - Mestres e Cavaleiros, Graus 4 a 18; Grandes Conselhos - Missionários, Graus 19 a 30; Altos Colégios - Guardiões do Bem Público, e do Civismo, Graus 31 e 32; e Supremo Conclave - Servidor da Ordem e da Pátria, Grau 33.
     A Comissão constituída se esforçou para por o Rito em ordem, porque ele já era Legal, Regular e Legítimo.
     A Magna Reitoria inicial tinha como Grande Primaz de Honra o Ir:. Almirante Benjamim Sodré.  O primeiro Grande Primaz de Ofício foi o Ir:. Humberto Chaves, seguido pelos IIr:. Adhemar Flores, Cândido Ferreira de Almeida. O atual Grande Primaz Nei Inocêncio dos Santos, assumiu o cargo, ao fim da década De oitenta, com apoio de Álvaro Palmeira.
     O cargo de Grande Instrutor do Rito foi desempenhado, em 1968, pelo Ir:. Professor Álvaro Palmeira, responsável pela regularidade Maçônica do Rito e pela exação dos Rituais.
     Em 10 de junho de 1968, o Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil Álvaro Palmeira celebrou Tratado de Amizade e Aliança com o Supremo Conclave do Rito Brasileiro, que foi ratificado pela Assembléia Federal Legislativa, no dia 27 jul de 1968, definido, entre outras importantes deliberações, que as Lojas Simbólicas do Rito pertencem à obediência do Grande Oriente do Brasil e os Altos Graus são de responsabilidade do Supremo Conclave do Brasil.
     Palmeira, como Grão-Mestre do GOB, moldou o Rito, na área doutrinária e intelectual, na esfera do conhecimento. Em 1968, ele deu estrutura ao Rito e escreveu todos os nossos rituais Simbólicos e Filosóficos, exceto o do Grau 33, CUJO Rito próprio foi aprovado pelo Supremo Conclave, em 1999, escrito de autoria do Ir:. Carlos Simões.


  •  CONCLUSÃO
     A criação do Rito Brasileiro engloba uma história de ideais, enfatizando que "a  Maçonaria é universal, mas o Maçom tem uma Pátria". Assim, o Rito Brasileiro vem atender as peculiaridades sócio-geográficas que influenciam o Maçom Brasileiro.
     Álvaro Palmeira propôs a Maçonaria Social, que remete a maçonaria Universal, a Quarta fase, ao Quarto Período, ao Quaternário. È a Maçonaria dinâmica, participativa, ecológica, preocupada com a sorte da Humanidade. É o Renascimento maçônico, no que a Ordem possui de mais belo e profundo: o Conhecimento e a Fraternidade - esta é a missão destinada ao Rito brasileiro, ideal de Álvaro Palmeira.

    [1] Quando Deodoro enviou o General Mallet para depor Lauro Sodré, este mobilizou a juventude militar e a elite civil do país, e desafiou Deodoro: "Daqui só sairei envolto nos farrapos da Bandeira Republicana".





  • quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

    Maçonaria é vida

    15/12/2010 - 11:03

    Maçonaria é vida

    Autor: Eduardo Póvoas
    Diferentemente do que muitos pensam, a Maçonaria não convoca ninguém para a morte. A Maçonaria convoca todos, sem exceção, para uma jornada que defenda melhores condições de vida ao cidadão e à sua família, liberdade de pensamento aos seus ou não membros, a igualdade entre os povos de qualquer etnia, e acima de tudo uma fraternidade infinita a todos que vivem sob o manto de Jesus, o que lá se denomina Grande Arquiteto do Universo.

    Lamentável a noticia que li dias atrás que um Maçom perdeu a vida dentro de um templo maçônico. Claro, sentimos todos por essa fatalidade.

    Pior, muito pior foram os comentários que li e ouvi sobre este caso. Meu Deus, como pessoas desinformadas e sem nenhum escrúpulo emitem opinião sobre determinados fatos ou sobre determinadas organizações sem ter o menor conhecimento sobre ela.

    Li um comentário chamando a Maçonaria de clube do bolinha, pois segundo o comentarista, lá não entra mulher, e outro pedindo até interferência da Polícia Federal na Ordem! Vejam só quanta ignorância!

    O Médico, o Dentista, o Advogado, o Engenheiro, o Policial, o Mecânico, nenhum deles levam suas companheiras para o trabalho não é? Por que o Maçom tem que levar sua esposa quando ele vai trabalhar? Trabalhar sim, pois são durante as reuniões que são definidas as metas a serem seguidas. Claro que elas (as esposas) exercem um papel fundamental dentro da Maçonaria. A elas (cunhadas) são reservadas outras tarefas. Estão sempre à frente das inúmeras campanhas que seus maridos definem dentro dos templos.

    Se antes de omitir opinião sobre esta milenar e respeitada Ordem, tivesse o crítico a noção da grandeza da Maçonaria sobre todos os segmentos da sociedade, pensar-se-ia mil vezes para omiti-la.

    Esses não têm a mínima noção de que a Maçonaria, uma entidade secular e respeitadíssima em todo universo, está presente nas grandes decisões da humanidade.

    Não sabem ou fingem não saber, das intervenções de maneira silenciosa e discreta, exercidas pela maçonaria em muitos hospitais e atendimentos médicos pelo universo afora.

    Nunca saberiam se eu não revelasse agora, a ajuda substancial prestada pela Maçonaria cuiabana aos milhares de portadores de necessidades especiais atendidos pelo Ceope (Centro Estadual de Odontologia para Pacientes Especiais) e em outros hospitais.

    Não conseguirei, de maneira nenhuma, colocar neste espaço as infinitas ações filantrópicas que a Ordem Maçônica oferece a nossa população. Claro, diferentemente de um Supermercado quando coloca um produto em promoção e tem que, através dos meios de comunicação levar essa notícia ao maior número de fregueses possíveis para que haja um sucesso nas vendas, a Maçonaria prima pela discrição e pelo silencio absoluto.

    Não interessa à Ordem dar publicidade às suas ações. Não interessa aos irmãos que praticam a liberdade, igualdade e fraternidade verem a generosidade de seus corações estampada nos rádios, jornais ou televisões.

    Portanto, se você foi convidado a fazer parte dessa respeitável instituição, tenha absoluta certeza de que a Maçonaria te convocou para ser um soldado do bem.

    Aceite sem medo, você será o mais novo voluntário do Grande Arquiteto do Universo.

    EDUARDO POVOAS é cidadão cuiabano.
    povoas@terra.com.br


    quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

     
     
     
     
    A Loja Fênix de Brasília Nº 1959 - REAA -, na pessoa de seu Venerável Mestre Irmão Luiz Carlos Bezerra da Motta, tem a satisfação e honra de convidar os Obreiros de todo o Grande Oriente do Distrito Federal, para abrilhantar e iluminar nossos trabalhos, na Sessão Magna de Iniciação a realizar-se às 16 horas do dia 18 de dezembro de 2010 (Sábado), em nossa Loja na EQS 102/103 – Centro Empresarial São Francisco – 3o. Andar.*
    CONTANDO COM A PRESENÇA DOS QUERIDOS IRMÃOS, ENVIAMOS NOSSO ESPECIAL T.'. F.'.A.'..
                                                            Fraternalmente
    GERALDO BATISTA DE CAMARGOS
                                                            Secretário
     

    terça-feira, 14 de dezembro de 2010

    Sessão Magna de Iniciação - ARLS Fraternidade de Samabaia Nº 3230 - Data: 15/12/2010

     
     
     
     
     
    Aos VV.'.MM.'. e Respeitáveis IIr.'. A Aug.'.Resp.'.Loj.'.Simb.'. FRATERNIDADE DE SAMAMBAIA, Nº 3.230, por intermédio do Ven.'.Mest.'. José Álvaro Landim, tem a satisfação de convidar os respeitáveis IIr.'., para fortalecer os laços que nos unem, conforme especificado abaixo:
    SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO
    CANDIDATO:
    DIVAN FERREIRA DE LACERDA
    Data: 15/12/2010.
    Dia: Quarta-feira
    Horário: Às 19:00 horas (Excepcionalmente)
    Local: Templo da Gonçalves Ledo, sito na QNJ A/E 1-A (Hélio Prates) – Taguatinga Norte/DF.
    Contamos com a presença dos valorosos os IIr.'. para abrilhantar os nossos trabalhos.
    Fraternalmente,
    JOSÉ ÁLVARO LANDIM
                                                                        Venerável Mestre
     
     

    Homenagem Póstuma ao Irmão Luiz Gonzaga do Nascimento "O Rei do Forró"

    13 DE DEZEMBRO – Aniversário de Gonzagão, Dia Nacional do Forró



    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
    Art. 1o Fica instituído o dia 13 de dezembro como o "Dia Nacional do Forró", em homenagem à data natalícia do músico Luiz Gonzaga do Nascimento, o "Rei do Baião".
    Art. 2o Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
    Brasília, 6 de setembro de 2005; 184o da Independência e 117o da República.
    LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA”
    Da Redação do “Boom!”
    Hoje é o Dia Nacional do Forró. A data foi instituída pela Lei nº 11.176, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 06 de setembro de 2005 e que teve origem no Projeto de Lei nº 4265/2001, de autoria da deputada federal Luiza Erundina (PSB/SP) para lembrar o nascimento do Rei do Baião, nosso ir.'. Luiz Gonzaga, que nasceu em 13 de dezembro de 1912 na Fazenda Caiçara, à 12 km de Exu/PE.
    Luiz Gonzaga foi um verdadeiro gênio da musicalidade brasileira e exímio sanfoneiro, cantando os anseios, alegrias, dores e amores de um povo até então sem voz.


    Sobre o Rei do Baião
    (Extraído do site do MinC)

    Luiz Gonzaga do Nascimento, compositor, cantor e instrumentista, nasceu numa fazenda em Exu, no estado de Pernambuco, no dia 13 de dezembro de 1912, e faleceu em Recife (2/8/1989). Aprendeu a tocar o instrumento com seu pai, o sanfoneiro Januário, que tocava em bailes e nas horas vagas consertava sanfonas.
    Desde pequeno trabalhava na roça e tocava em bailes, forrós e feiras. Já era relativamente conhecido como sanfoneiro, quando, em 1930, fugiu de casa e foi para Fortaleza, onde ingressou no Exército. Com a revolução de 1930, seu batalhão deslocou-se para a Paraíba e outros estados do Nordeste, seguindo depois para Juiz de Fora, Minas Gerais. Ali conheceu Dominguinhos Ambrósio, famoso sanfoneiro mineiro que também estava no Exército e com quem estudou e aprendeu as músicas mais populares no Sul.
    Transferido para a cidade mineira de Ouro Fino, apresentou-se como sanfoneiro num clube local. Em 1939, foi para São Paulo comprar uma sanfona nova, seguindo depois para o Rio de Janeiro, onde deu baixa do serviço militar.

    Sobre o Forró

    O forró faz parte da história brasileira. É um ritmo envolvente. Inicialmente, típico dos festejos juninos, tornou-se hoje numa dança comum em todo o País independentemente da época. No forró, as pessoas dançam agarradinhas e se deixam envolver pelas emoções que só ele proporciona.
    O nome forró segundo o folclorista Câmara Cascudo deriva de forrobodó, expressão que significa divertimento pagodeiro. Tanto o pagode (que hoje designa samba) quanto o forró são festas que foram transformadas em gêneros musicais.
    Com as suas raízes no Nordeste, não se sabe ao certo como, onde e quando ele apareceu. Mas, com certeza, ele chegou a São Paulo e aos demais estados do Sudeste e do Sul por intermédio de Luiz Gonzaga, por volta dos anos 40.
    Há quem diga que a palavra forró deriva da expressão inglesa for all (para todos), pois estava escrita, em placas e nas portas dos bailes promovidos em Pernambuco, no início do século, durante o período de construção das ferrovias, pelos ingleses.
    O forró tradicional é constituído pelo sanfoneiro, pandeirista e o tocador de zabumba e de triângulo junto com os acompanhamentos musicais de sanfona, triângulo e agogô. Antes, preso somente ao Nordeste e aos festejos juninos, falava de devastação, sofrimento e lamentação.
    Hoje, o forró moderno é constituído por baterista, guitarrista, baixista e outros equipamentos eletrônicos, trazendo um novo estilo de dança. É mais alegre, sensual, carismático e todas as pessoas, de todas as idades e de diversas classes sociais se alegram e se divertem ao som desse ritmo.

    Baião, a dança que Gonzagão ensinou

    Como outros gêneros, o baião designou inicialmente um tipo de reunião festeira dominada pela dança. O folclorista Câmara Cascudo o associa aos termos baiano e rojão. Este último, seria o pequeno trecho musical executado pelas violas no intervalo dos desafios da cantoria. Quem imprimiu o formato urbano – e portanto pop – ao gênero foi o sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga do Nascimento.
    A partir do final dos anos 50, o baião entrou em declínio, mas Gonzaga foi redescoberto por uma geração nordestina que ouvia suas músicas no rádio: do paraibano Geraldo Vandré, que regravou Asa Branca como canção de protesto, em 1965, aos baianos tropicalistas Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa, ávidos releitores de sua obra.

    (Nemésia Antunes)
    (Comunicação Social/MinC)


    Fonte: Irmão Gabriel Campos de Oliveira - Or.'. Divinópolis/MG

    sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

    Sessões Magnas de Iniciações - ARLS Honra e Tradição Nº 3873 - 10 e 11/12/2010

     
     
    A Loja Maçônica Honra e Tradição Nº 3873, Rito York,  convida.
     
    Aos VV.'.MM.'. e Respeitáveis IIr.'. A Aug.'.Resp.'.Loj.'.Simb.'.HONRA E TRADIÇÃO N° 3.873, por intermédio do Ven.'.Mest.'.CARLOS DELMAR LIMA LYRIO, tem a satisfação de convidar todos os IIr.'., para prestigiar nossa oficina nesse momento singular. Onde realizaremos Duas Sessões Magnas de Iniciações
                                                                     CANDIDATOS:
    ALESSANDRO FABIANO DE OLIVEIRA
    CARLOS MARCELO C.FERNANDES
    CELSO DUTRA RODRIGUES
    DANIEL MACIEL ROCHA
    EDUARDO ANTONIO VIEIRA
    ESDRAS DANTAS DE SOUZA
    ESTEVÃO AUGUSTO O.CASTRO
    FÁBIO PORTO
    FABRÍCIO ROSSI F.LIMA
    FERNANDO LUIZ C.DANTAS
    MARCELO HONORATO FARIA
    MARCOS ANTONIO DA SILVA
    PEDRO GONÇALVES D.AZZAM
    ROGÉRIO RODRIGUES DA SILVA
    MANIR BOASSI JUNIOR
     
    Data: 10/12/2010 Sexta-feira
    Horário: 20:00 horas. 
     
    Data: 11/12/2010 Sábado
    Horário:16:00 horas. 
    Local: EDIFICÍO SEDE DO GRANDE ORIENTE DO DISTRITO FEDERAL SQN 416 ÁREA PARA TEMPLOS.
                                                           Fraternalmente,

    CARLOS DELMAR LIMA LYRIO
    Venerável Mestre
     
    

    Sessão Magna de Iniciação - ARLS Dirceu Torres Nº 1936 - 11/12/2010

                                                                  CONVITE

    A ARLS Dirceu Torres Nº 1936 - REAA - convida todos os Irmãos para participarem da Sessão Magna de Iniciação
    Data: 11/12/2010.
    Dia: Sábado.
    Horário: 15:00 horas. 
    Local: Av. W5 Sul SGAS 913 - Módulos 60/61 - Brasília / DF
                                                                     Fraternalmente,

    MAURO XAVIER MARTINS FONTES
     Venerável Mestre

    Sessão Magna de Iniciação ARLS Dirceu Torres Nº 1936 - 11/12/2010

    segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

    07 de Dezembro - Dia Internacional da Aviação Civil

    07 de Dezembro - Dia Internacional da Aviação Civil


    O Dia Internacional da Aviação Civil foi celebrado pela primeira vez a 7 de Dezembro de 1994, para marcar o 50º aniversário da assinatura da Convenção sobre a Aviação Civil Internacional. Em 1996, a Assembleia Geral das Nações Unidas reconheceu oficialmente a data de 7 de Dezembro como o Dia Internacional da Aviação Civil.

    A Aviação civil é qualquer utilização não-militar da aviação. Dentre as utilizações estão: aviação desportiva, vôos panorâmicos, acrobáticos, aeronaves experimentais, ultraleves, e transporte de passageiros e cargas com fins comerciais. Existe na aviação civil a construção de aviões por construtores amadores, denominadas homebuilts.

    Geralmente, ouvimos falar de aviação e imaginamos aeronaves bélicas, prontas para a guerra; mas o ideal do mais belo invento do ser humano é auxiliá-lo do seu sonho de conquistar os ares.
     
    A todos os Profissionais que se dedicam no dia-a-dia, por uma Aviação com Segurança as minhas Felicitações pelo seu DIA.

    O Significado da Letra "G" na Maçonaria

    O SIGNIFICADO DA LETRA "G" NA MAÇONARIA

    A letra "G" é a sétima letra de nosso alfabeto, estudos concluem que pode ter vários significados.

    Helio Pereira Leite
    Grão Mestre Honorário do Grande Oriente do Distrito Federal

    Gravitação: É a força primordial que rege o movimento e o equilíbrio da matéria.

    Geometria ou a Quinta Ciência: É fundamento da ciência positiva, simbolizando a ciência dos cálculos, aplicada à extensão, à divisão de terras, de onde surge à noção da parte que nelas a nós compete, na grande partilha da humanidade e dos direitos da terra cultivada.

    Geração: É a vida perpetuando a série dos seres. Força Criadora que se acha no centro de todo ser e de todas as coisas.

    Gênio: É a inteligência humana a brilhar com seu mais vivo fulgor.

    Gnose: É o mais amplo conhecimento moral, o impulso que leva o homem a aprender sempre mais, que é o principal fator do progresso.

    Glória: a Deus.

    Grandeza: O homem, a maior e mais perfeita Obra da Criação.

    Gomel: Uma palavra hebraica entende-se, os deveres do homem para com Deus e os seus semelhantes.

    No centro da estrela flamejante, também conhecida como pentagrama, vê-se a letra G. É indiscutível que a melhor significação é Gnose, ou seja, CONHECIMENTO.

    O caráter homonial da estrela flamejante é a luz das fontes pitagóricas e das referências gregas e romanas, portanto é impossível negar ao símbolo o seu significado mágico, eis que Pitágoras se dedicava à magia.

    Na segunda metade do século V de Roma que se inventou a letra “G” que, visivelmente, é uma simples modificação do “C”,que no latim , encontramos indiferentemente as formas como Caius ou Gaius, Cnoeus ou Gnoeus, uma com o mesmo valor fonético da outra.

    G é a primeira letra do nome de Deus em países anglo-saxões como: Gott, na Alemanha; God, na Inglaterra e Holanda; Gud, nos países escandinavos e Gad na Síria e na Pérsia era Goda. Alguns autores parecem não ter percebido que todos os nomes Gott, God, Gud, Geração, Gravitação, Geometria, Gênio, Glória, Grandeza, etc.., começam realmente por G, na língua empregada por eles, porém traduzem-se por nomes que não se iniciam pela letra G em muitos outros idiomas.

    Os gnósticos (conhecedores ou clarividentes) possuidores da Gnose ou verdadeira ciência têm a mesma inicial.

    Gnosticismo é um sistema de filosofia religiosa cujos adeptos supunham possuir o conhecimentos completos, absolutos, transcendentes, da natureza e atributos de Deus.

    Wirth é de opinião que o significado da letra G vem das palavras GLÓRIA, GRANDEZA e GEOMETRIA, assim seria: Glória, para Deus; Grandeza, para o Venerável e Geometria para outros Irmãos.

    Em certos rituais, aparecem cinco significados diferentes da Letra G: Gravitação, Geometria, Geração, Gênio e Gnose.

    A esta altura é necessário fazer a indagação: por que se contentar com esses cinco nomes, quando existem tantas palavras que começam pela letra G ?

    Portanto a discussão em torno da letra G é um grande mistério a ser desvendado.


    sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

    Sap.'. Pres.'. da SAFL, visita a ARLS Acácia do Planalto Nº 1635


    Ontem as 20:00 horas os Irmãos Deputados Federais, Obreiros da ARLS Acácia do Planalto Nº 1635, REAA, recepcionaram o Sapientissimo Presidente da Soberana Assembléia Federal Legislativa, Irmão CARLOS MARCASSA, e o Poderoso Irmão Marconi da Rocha, Chefe de Gabinete da SAFL, que visitiram a Oficina, atendendo ao Convite feito pelos 9 Deputados Federais que integram o quadro de Obreiros da referida Loja. Na sua fala, o Sapientissimo, explicou como funciona a SAFL, aos Irmãos Aprendizes, Companheiros e aos Mestres Maçons. Agradeceu a acolhida pelo Ir.'. Aparicio Xavier, Venerável Mestre, bem como por todos os Irmãos presentes. Ao término, o Venerável Mestre, convidou a todos para saborear uma suculenta Pescada Amarela, que foi servida no Bar Brasil e lá todos puderam desfrutar de momentos de Amizade e Fraternidade. Os meus mais sinceros agradecimentos aos Irmãos Carlos Marcassa e Marconi da Rocha, pela visita a nossa Oficina.    

      

    quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

    O-B-E-D-I-Ê-N-C-I-A - Dicionário Michaelis

    Obediênciao.be.di.ên.ciasf (lat oboedientia)
    1 Ato ou efeito de obedecer.
    2 Submissão à autoridade legítima; sujeição.
    3 Disposição para obedecer; hábito de obedecer.
    4 Autoridade, domínio.
    5 Aquiescência, docilidade.
    6 Um dos três votos dos monges, que consistia em obedecer cegamente às ordens do superior.
    7 Dependência.
    8 Ecles Ato de acatamento à vontade de outrem como vinda de Deus; virtude que dispõe o súdito a fazer a vontade do seu superior, com respeito, piedade e amor.
    9 Mosteiro, granja ou pequeno priorado sujeito ao superior da ordem (na ordem de São Bento).
    10 Nome dado às casas religiosas inferiores, sujeitas às casas principais, delas afastadas.

    Fonte: Dicionário Michaelis
                www.dicionariomichaelis.uol.com.br

    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

    1º de Dezembro Dia Mundial de Luta Contra a Aids




    O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi criado para relembrar o combate à doença e despertar nas pessoas a consciência da necessidade da prevenção, aumentar a compreensão sobre a síndrome e reforçar a tolerância e a compaixão às pessoas infectadas.
    Foi a Assembléia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu a data de 1º de dezembro. A decisão foi tomada em outubro de 1987. No Brasil, a data passou a ser comemorada a partir de 1988, por decisão do Ministro da Saúde.
    A cada ano, diferentes temas são abordados, destacando importantes questões relacionadas à doença. Em 1990, por exemplo, quando a Aids ainda era mais disseminada entre os homens, o tema foi "A Aids e a Mulher". Em 1997, foi a vez de as crianças infectadas serem lembradas. A importância da família e da união de forças também já foram destacadas como importantes aliados da luta contra a Aids.

    Fonte: www.saude.terra.com.br

    Livro: Convite Aos Mistérios Maçônicos - Uma Insólita Viagem ao Simbolo Perdido

    Meu Irmão,
    Peço um minuto de sua leitura.
    No último pré-lançamento de 13/11, foram distribuídos mais de 220 exemplares da Obra  “ CONVITE AOS MISTÉRIOS MAÇÔNICOS – UMA INSÓLITA VIAGEM AO SÍMBOLO PERDIDO”, de minha autoria com 488 páginas, ISBN – 978-85-7769-094-7 produzida em Papel Chamois LD 80g ( Especial para leitura ).
    ·         Se você já adquiriu, peço que se possível entre em contato comigo para apresentar suas opiniões.
    ·         Se você reservou e não confirmou, peço que aproveite agora e CONFIRME, pois o preço continuará igual, onde assumo o frete
    ·         Se você perdeu a última oportunidade, agora é a hora. Aproveite para o Natal, o Amigo Secreto da Loja, da Família. Garanto que será um grande presente.
    Se reservar 2 ou mais exemplares, você receberá de BRINDE uma cópia do DVD TEMPO DE ESTUDOS ( Cópia sem impressão gráfica, somente o DVD gravado ), o último Sucesso com mais de 500 cópias distribuídas.
    A Noite de Lançamento  em 19/11/2010 foi ótima, com Palestras e muita confraternização. Fiz dedicatórias para Famílias Inteiras, e hoje já acumulo vários e-mails de leitores elogiando e parabenizando pela objetividade da obra. Isso não é fantástico!? – confira lá no blog, o endereço/link é este: http://mjouteiropinto.blogspot.com/2010/11/maconaria-nunca-foi-tao-simples-de-se.html
    Enfim, esse será nosso último contato promocional, e desejo-lhe um natal repleto de paz, harmonia e concórdia, assim como um novo ano melhor do  que 2010.
    Se desejar adquirir a Obra, com descontos neste lote que será enviado em 06/12/2010 , envie AGORA um e-mail de reserva para moacirjop@superig.com.br , pois o lote será de apenas 50 Exemplares. ( Há opções de parcelamento ).
    A capa do Livro pode ser vista em www.mjouteiropinto.com.br/Site/Livro.html e se quiser ver a opinião de uma Profª Ms. em História e Literatura Acesse: http://www.mjouteiropinto.com.br/
    Este Lote encerra-se em 06/12/2010 ou quanto acabar o estoque, por isso peço seu retorno urgente.
    Peça já!
    De R$ 69,90 ( preço de capa ) por R$ 59,90 (FRETE GRÁTIS )Se quiser saber um pouco mais, acesse este link:  http://mjouteiropinto.blogspot.com/2010/10/o-escritor-macom-na-midia-lancamento-de.html

    TFA
    O Autor: Moacir Pinto.
    Graça, Luz e Paz
    MOACIR JOSÉ OUTEIRO PINTO

    " QUANTO MAIS CRESCE O NOSSO CONHECIMENTO DE BONS LIVROS, TANTO MAIS RESTRITO SE FAZ O CÍRCULO DE HOMENS EM CUJA COMPANHIA, ENCONTRAMOS PRAZER. " 

    http://mjouteiropinto.blogspot.com  
     http://mjouteiropinto.mofuse.mobi

    Fonte: Revista Arte Real

    Sessão Magna de Iniciação (04/12/2010) ARLS Pres. Juscelino Kubitschek Nº 3530

    A AUG.'. RESP.'. LOJ.'. SIMB.'. Presidente Juscelino Kubitschek Nº 3530 (Rito Brasileiro), sob a presidência do Venerável Mestre, Ir.'. JOSÉ MILTON RODRIGUES, tem a honra de convidar os Irmãos e demais Obreiros a participarem da Sessão Magna de Iniciação dos profanos .
    Xerxes Luiz Borges
    Hanrley Matos Martins
    Alair Ferraz da Silva Filho
    Data: 04/12/2010.
    Dia: Sábado.
    Horário: Às 09:00 hoiras. 
    Local: W5 Sul SGAS 913 - Conj. H , Oriente de Brasília - DF. No Templo da Loja Maçônica Estrela de Brasília
    Contamos com a presença dos valorosos IIr.'. Aprendizes, Companheiros e Mestres Maçons para abrilhantar os nossos trabalhos.
    Fraternalmente,
    JOSÉ MILTON RODRIGUES
                                                                         Venerável Mestre
    Fonte: http://www.godf.org.br/