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terça-feira, 8 de março de 2016
domingo, 16 de junho de 2013
Instalação e Posse Diretoria ARLS Pres. Juscelino Kubitschek Nr. 3530 - 15/06/2013
O Irmão Miguel Salvaterra e o Irmão Emerson, Venerável Mestre da ARLS Pres. Juscelino Kubitschek Nr. 3530, Rito Brasileiro.
Instalação e Posse da Diretoria da ARLS Presidente Juscelino Kubitschek Nr. 3530
Ontem, foi Instalado e Empossado o Irmão Emerson, à frente da ARLS Presidente Juscelino Kubitschek Nr. 3530, Rito Brasileiro. Ao Venerável Mestre e a toda Diretoria, Sucesso para a sua Administração no Biênio 2013/2015.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
27/01/2012 - 256 Anos de Aniversário de Wolfgang Amadeus Mozart
256 Anos de Aniversário de Mozart
WOLFGANG AMADEUS MOZART
Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em Salzburgo, na Áustria, em 27 de janeiro de 1756. Batizado como Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart. Posteriormente seu pai mudou 'Wolfgangus' para 'Wolfgang'; '\Theophilus' para 'Amadeus' (amor a Deus); e cortou o 'Johannes Chrysostomus'. Foi um menino prodígio de uma família de músicos, que começou a compor com a idade de cinco anos. Seu pai chamava-se Leopold Mozart, também compositor. Algumas das primeiras obras que Mozart escreveu quando menino foram duas pequenas composições para dois pianos, destinadas a serem interpretadas por ele e seu irmão.
Mozart viveu grande parte de sua vida em Viena, de onde frequentemente viajava por toda a Europa. É considerado um dos maiores gênios da música clássica, e um dos compositores mais populares em concertos sinfônicos no mundo inteiro. Mostrou em muitos de seus trabalhos, que podia escrever peças tão maravilhosas para os instrumentos como para cantores líricos, violino ou piano. Sendo máximo expoente, junto com Haydn do período do classicismo, Mozart é considerado o compositor que iniciou a transição para o período romântico da música clássica.
Suas sinfonias posteriores influenciaram o estilo do período. Beethoven, um dos mais conhecidos compositores, foi influenciado por Mozart e escreveu inspirado sobre algumas das suas obras, em especial o Concerto para piano nº 20. Mozart teve uma memória e uma capacidade de trabalho extraordinárias. Quando criava uma nova obra a tinha por inteiro na cabeça, e então, era só escrevê-la. Numa ocasião compôs uma sinfonia inteira no mesmo dia. Tchaikovsky também admirava Mozart e lhe dedicou sua obra Mozartiana.
Em 1786, compõe a primeira ópera em que contou com a colaboração de Lorenzo da Ponte: As bodas de Fígaro. A ópera fracassa em Viena, mas faz um sucesso tão grande em Praga que Mozart recebe uma encomenda de uma nova ópera. Esta seria Don Giovanni, considerada por muitos a sua obra-prima. Mais uma vez, a obra não foi bem recebida em Viena. Mozart ainda escreveria Così fan tutte, com libreto de Da Ponte, em 1789 (que seria a última colaboração de Lorenzo da Ponte).
A partir de 1786 sua popularidade começou a diminuir junto do público vienense, o que agravaria a sua condição financeira. Isso não o impediu de continuar compondo obras-primas, como Quintetos de cordas K.515 em Dó maior, K.516 em Sol menor em 1787. Sinfonias: K.543 em Mi bemol maior nº39; K.550 em Sol menor nº40, que a sua música mais importante e famosa; K.551 em Dó maior nº41 em 1788, e um Divertimento para Trio de Cordas: K.563 em 1788, mas nos seus últimos anos a sua produção declinou devido a problemas financeiros, à precariedade da sua saúde e da sua esposa Constanze; aliados a uma crescente preocupação do compositor em relação à sinceridade do amor que esta o dedicava e à crescente frustração com o não reconhecimento.
Em 1791 compõe suas duas últimas óperas: A Flauta Mágica (Die Zauberflöte) e A Clemência de Tito, seu último concerto para piano: K.595 em si bemol maior e o belo Concerto para clarinete em lá maior K.622. Na primavera desse ano, recebe a encomenda de um Réquiem K.626. Contudo, trabalhando em outros projetos e devido aos problemas com a saúde, a obra ficou inacabada*.
Mozart é provavelmente o maior gênio musical da história. Apesar de ter sido tão brilhante, não teve uma vida fácil. Muitas vezes, não recebeu o pagamento prometido pelo seu trabalho. Gradativamente, sua saúde começou a enfraquecer. Viveu apenas um pouco mais da metade do que Beethoven, mas foi assombrosamente prolífico desde sua infância até sua morte em 1791.
Até hoje existe muita polêmica quanto ao túmulo de Mozart. Na verdade, o túmulo está localizado na Áustria e é motivo de grande visitação por parte de turistas do mundo inteiro.
_______
* Há uma lenda que diz que o Réquiem estaria sendo composto para tocar em sua própria missa de sétimo dia.
Algumas de suas obras mais populares são:
- Eine kleine Nachtmusik (Serenata para quarteto de cordas e baixo - Allegro)
- Rondo Alla Turca (Sonata para piano)
- Sinfonia n.º 25
- Sinfonia n.º 40 - Minueto: Allegreto
- Sinfonia n.º 41, 'Júpiter'
- Concerto para piano n;º 21, 'Elvira Madigan'
- Réquiem em Ré menor
- A Flauta Mágica / Die Zauberflöte (Abertura)
- Mozart, Concerto para clarinete, KV 622
domingo, 22 de janeiro de 2012
Soberano Ir.·. Francisco Murilo Pinto - Homenagem Póstuma - por Lucas Galdeano - GM Adjunto - GODF
A QUEM HONRA, HONRA
(Apóstolo Paulo aos Romanos 13: 7b)
Francisco Murilo Pinto (*1929 +2001)
Expressão De Uma Época - 11 Anos de Saudade!
Francisco Murilo Pinto nasceu em 1929, em Fortaleza (CE), e fez toda a sua vida universitária e profissional na cidade de São Paulo. Magistrado, desde 1963, aposentou-se no cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Foi Iniciado a 2 de dezembro de 1978, na Loja Maçônica “Universitária”, de Bragança Paulista (SP).
Foi eleito Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil no ano de 1993, tomando posse a 24 de junho daquele ano, como o 31º Grão-Mestre titular eleito e -contando os Adjuntos em exercício e os interinos- o 50º a ocupar o cargo.
Graças ao seu trabalho à frente do Grande Oriente do Brasil, foi reeleito pelo Povo Maçônico, em 1998, vindo a falecer, a 21 de janeiro de 2001, em pleno exercício do mandato.
A gestão do Ir.·. Murilo, no Grande Oriente do Brasil, foi dirigida a três objetivos principais:
O aumento das Relações Maçônicas Internacionais, o fortalecimento dos Grandes Orientes Estaduais e o incremento da Cultura Maçônica.
No terreno das Relações com as demais Obediências, o Grande Oriente do Brasil assistiu a um período de intensa atividade, quando o total de Tratados de Mútuo Reconhecimento e Amizade com as outras Organizações Maçônicas mais que duplicou, em relação ao que foi encontrado, e quando foi iniciada a série de Tratados com as Grandes Lojas Estaduais Brasileiras –começando com a Grande Loja Maçônica de São Paulo- pondo fim a uma situação de velada hostilidade, que já durava mais de 70 anos.
Quanto ao fortalecimento dos Grandes Orientes nos estados, o Grão Mestrado Geral incentivou e contribuiu, criando assim, as condições necessárias para que os Grandes Orientes se estruturassem, construindo suas sedes próprias, os que ainda não as tinham, e consequentemente fortalecendo também as Lojas jurisdicionadas. Como exemplo, citamos o Grande Oriente do Brasil-Paraná que, como forma de agradecimento e reconhecimento homenageou o Soberano Irmão Murilo, colocando o nome no suntuoso edifício de sua sede de GRÃO-MESTRE GERAL FRANCISCO MURILO PINTO.
No terreno Cultural, as realizações foram imensas, pois segundo o Soberano Ir.·. Murilo, só através da Evolução Cultural é que poderá voltar a Maçonaria, a ter lugar de destaque social que já apresentou no passado.
E foi nesse terreno que foram implantadas ideias virgens no Grande Oriente do Brasil. Assim foi criada a “Revista Cultural Minerva Maçônica” e o “Jornal O Esquadro” ganhou força e vigor; foi criado o Conselho Federal de Cultura; foram implantados Rituais de todos os Ritos, com base em estudos fundamentados em publicações originais e em literatura fidedigna; foram concretizados o Museu Maçônico e a Biblioteca do GOB em Brasília, sendo-lhes dadas feições de modernidade em administração bibliotecária e museológica; foi descentralizada a Cultura Maçônica e levada, através da criação de curso itinerante - o Curso Integrado de Maçonaria Simbólica do Grande Oriente do Brasil - à praticamente todo o País.
Por isso, Francisco Murilo Pinto passou à História como o Grão-Mestre da integração maçônica nacional e internacional a da evolução cultural, binômio que colocou o Grande Oriente do Brasil, novamente, no caminho de seus elevados destinos.
Nota: O texto acima foi quase que totalmente transcrito de uma matéria publicada na Revista Minerva Maçônica, ano IV - nº. 9, pág. 13 e 14 de autoria do saudoso Irmão José Castellani, com o intuito de reverenciar a memória do Soberano Irmão Francisco Murilo Pinto - Expressão de Uma Época no Grande Oriente do Brasil - exatamente no dia em que se completa o 11º. ano de sua passagem para o Oriente Eterno. Com ele, nossa saudade.
Que o Grande Arquiteto do Universo o ilumine e guarde no Oriente Eterno.
Brasília (DF), 21 de janeiro de 2012.
Lucas Francisco Galdeano.
(Apóstolo Paulo aos Romanos 13: 7b)
Francisco Murilo Pinto (*1929 +2001)
Expressão De Uma Época - 11 Anos de Saudade!
Francisco Murilo Pinto nasceu em 1929, em Fortaleza (CE), e fez toda a sua vida universitária e profissional na cidade de São Paulo. Magistrado, desde 1963, aposentou-se no cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Foi Iniciado a 2 de dezembro de 1978, na Loja Maçônica “Universitária”, de Bragança Paulista (SP).
Foi eleito Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil no ano de 1993, tomando posse a 24 de junho daquele ano, como o 31º Grão-Mestre titular eleito e -contando os Adjuntos em exercício e os interinos- o 50º a ocupar o cargo.
Graças ao seu trabalho à frente do Grande Oriente do Brasil, foi reeleito pelo Povo Maçônico, em 1998, vindo a falecer, a 21 de janeiro de 2001, em pleno exercício do mandato.
A gestão do Ir.·. Murilo, no Grande Oriente do Brasil, foi dirigida a três objetivos principais:
O aumento das Relações Maçônicas Internacionais, o fortalecimento dos Grandes Orientes Estaduais e o incremento da Cultura Maçônica.
No terreno das Relações com as demais Obediências, o Grande Oriente do Brasil assistiu a um período de intensa atividade, quando o total de Tratados de Mútuo Reconhecimento e Amizade com as outras Organizações Maçônicas mais que duplicou, em relação ao que foi encontrado, e quando foi iniciada a série de Tratados com as Grandes Lojas Estaduais Brasileiras –começando com a Grande Loja Maçônica de São Paulo- pondo fim a uma situação de velada hostilidade, que já durava mais de 70 anos.
Quanto ao fortalecimento dos Grandes Orientes nos estados, o Grão Mestrado Geral incentivou e contribuiu, criando assim, as condições necessárias para que os Grandes Orientes se estruturassem, construindo suas sedes próprias, os que ainda não as tinham, e consequentemente fortalecendo também as Lojas jurisdicionadas. Como exemplo, citamos o Grande Oriente do Brasil-Paraná que, como forma de agradecimento e reconhecimento homenageou o Soberano Irmão Murilo, colocando o nome no suntuoso edifício de sua sede de GRÃO-MESTRE GERAL FRANCISCO MURILO PINTO.
No terreno Cultural, as realizações foram imensas, pois segundo o Soberano Ir.·. Murilo, só através da Evolução Cultural é que poderá voltar a Maçonaria, a ter lugar de destaque social que já apresentou no passado.
E foi nesse terreno que foram implantadas ideias virgens no Grande Oriente do Brasil. Assim foi criada a “Revista Cultural Minerva Maçônica” e o “Jornal O Esquadro” ganhou força e vigor; foi criado o Conselho Federal de Cultura; foram implantados Rituais de todos os Ritos, com base em estudos fundamentados em publicações originais e em literatura fidedigna; foram concretizados o Museu Maçônico e a Biblioteca do GOB em Brasília, sendo-lhes dadas feições de modernidade em administração bibliotecária e museológica; foi descentralizada a Cultura Maçônica e levada, através da criação de curso itinerante - o Curso Integrado de Maçonaria Simbólica do Grande Oriente do Brasil - à praticamente todo o País.
Por isso, Francisco Murilo Pinto passou à História como o Grão-Mestre da integração maçônica nacional e internacional a da evolução cultural, binômio que colocou o Grande Oriente do Brasil, novamente, no caminho de seus elevados destinos.
Nota: O texto acima foi quase que totalmente transcrito de uma matéria publicada na Revista Minerva Maçônica, ano IV - nº. 9, pág. 13 e 14 de autoria do saudoso Irmão José Castellani, com o intuito de reverenciar a memória do Soberano Irmão Francisco Murilo Pinto - Expressão de Uma Época no Grande Oriente do Brasil - exatamente no dia em que se completa o 11º. ano de sua passagem para o Oriente Eterno. Com ele, nossa saudade.
Que o Grande Arquiteto do Universo o ilumine e guarde no Oriente Eterno.
Brasília (DF), 21 de janeiro de 2012.
Lucas Francisco Galdeano.
domingo, 1 de janeiro de 2012
2010 Ano Novo, Sucesso!!!
Feliz Ano Novo, Sucesso em 2012!!!
Para você,
Desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.
Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.
Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas coisas...
Mas nada seria suficiente...
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes...
e que eles possam te mover a cada minuto,
ao rumo da sua FELICIDADE!!!
Desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.
Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.
Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas coisas...
Mas nada seria suficiente...
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes...
e que eles possam te mover a cada minuto,
ao rumo da sua FELICIDADE!!!
William do Nascimento Salvaterra.`.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Morre Steve Jobs, fundador da Apple
Morre Steve Jobs, fundador da Apple
Imagem divulgada no site da Apple
O executivo deixa a mulher, Laurene, e os três filhos do casal. Também deixa uma filha concebida antes do casamento.
Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em São Francisco (EUA) e criado por pais adotivos, Jobs chegou à fama e ao sucesso empresarial em 1984 quando ajudou a criar e lançar o Macintosh.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Rotary Club International, homenageia Irmão Silvio Brecknfeld
A Fundação Rotária do Rotary Club Internacional, em recente cerimônia, prestou justa homenagem ao Eminente Ir.'. e Cidadão Honorário de Brasília, SILVIO GUILHERME BELTRÃO BRECKENFELD, concedendo-lhe o cobiçado título "COMPANHEIRO PAUL HARRIS", em reconhecimento aos seus relevantes e significtivos serviços prestados ao Rotary International, com o objetivo de fomentar a compreensão e as relacões amistosas entre os povos de todo o mundo.
Parabéns, meu Estimado Ir.'. SÍLVIO e que o S.'.A.'.D.'.U.'. o abençoe sempre.
T.'.F.'.A.'.,
Robson Gouveia, 33.'.
Ser.'. Gr.'. Sec.'. da Magna Reitoria
Sup.'. Conclave do Brasil para o Rito Brasileiro
TÍTULO HONORÍFICO
Companheiro PAUL HARRIS
Quem foi. O que é. O que significa.
Quem foi PAULL HARRIS ??
Paul Percy Harris (Racine, Wisconsin, 19 de abril de 1868 — Chicago, Illinois 27 de janeiro de 1947) foi um advogado estadunidense, fundador do primeiro Rotary Club e primeiro presidente do Rotary International.
Filho de pais de vida pouco regrada, Paul Percy Harris foi criado por seus avós paternos, Harold e Pamela. Criança e jovem travesso, era o terror da pacata cidade de Wallingford, Vermont e acabou expulso de duas escolas superiores.
Entretanto, a austeridade, a compreensão, a bondade e a tolerância de seus avós, bem como a confiança que seu primeiro patrão nele depositou, pesaram em muito na mudança de comportamento daquele que fundou e desenvolveu o que se tornaria maior entidade particular de serviço social do mundo.
Em 1891, formou-se em direito e decidiu passar os cinco anos seguintes conhecendo os EUA. Trabalhou como repórter, cowboy, professor na Los Angeles School of Business, porteiro de hotel, vendedor de granito e marinheiro. Em 1896, estabeleceu-se em Chicago e em pouco tempo tornou-se um advogado conhecido.
Uma noite foi jantar com um colega do escritório, e de uma caminhada que fizeram após o jantar surgiu o Rotary.
Naquele passeio seu amigo parou em vários estabelecimentos comerciais para cumprimentar os proprietários e lhes apresentar Paul. O fato de que os clientes de seu anfitrião haviam se transformado em amigos entrou na mente de Paul Harris e nunca mais saiu. O Rotary foi criado cinco anos mais tarde como um clube onde relacionamentos profissionais pudessem ser transformados em amizade.
Quando criança, Paul Harris estudara em escolas de elite, onde os alunos tinham pouca ou nenhuma preocupação com dinheiro. Mas ao cursar de direito em lowa conheceu colegas mais velhos que haviam trabalhado duro para poder pagar seus estudos.
Possivelmente, este contato fez grande impressão em Paul Harris pois os primeiros Rotary Clubs eram formados por homens de negócio que conquistaram o que tinham por seu próprio esforço, os self-made men.
Familia
Paul Harris casou-se com Jean Thomson, natural de Edimburgo, Escócia, em 1910. O casal não teve filhos e permaneceram casados até o falecimento de Paul. Jean faleceu em 1963, em sua cidade natal.
Reconhecimento
Após a fundação do primeiro Rotary Club em Chicago, o advogado tornou-se, marido exemplar, cidadão do mundo, conheceu os cinco continentes, recebeu honrarias de reis e presidentes e tornou seu nome sinônimo do que de mais valor herdara de seu avô: a tolerância.
Título "COMPANHEIRO PAUL HARRIS", é o nome que leva o certificado de reconhecimento outorgado pela FUNDAÇÃO ROTÁRIA, para qualquer pessoa, pela doação expontânea da importância de US $ l.000,00 dólares, com a finalidade contribuir para os fundos da Fundação Rotária, com que são desenvolvidos seus diversos programas humanitários. O nome é uma homenagem ao fundador da organização.
Costuma-se dizer, que cada doador de um título "Companheiro Paul Harris", é responsável pela libertação do perigo da poliomielite, de cerca de 2000 mil crianças em qualquer parte do mundo. São as vacinas que se podem adquirir com esta doação. A erradicação deste grande mal, no mundo inteiro, é um dos maiores programas liderado pelo Rotary International. Desta forma, significam muito as doações feitas, pois dão ao Rotary a condição de implementar este e muitos outros programas de elevado cunho humanistico e de solidariedade em favor de irmãos desconhecidos e que de outra forma não teriam como receber alguma ajuda no abandono e esquecimento em que se encontram.
Para ilustrar o assunto, reproduzimos o "Registro" feito na revista BRASIL ROTÁRIO, no 929, Nov/99 de autoria de Gerson Gonçalves, do Rotary Club de Londrina-Norte, PR (DISTRITO 4710) e diretor 1993-95 do RI.
O PRIMEIRO PAUL HARRIS DO BRASIL
Tenho profunda admiração pelos pioneiros, aqueles que, como visionários, vêem o invisível e tomam a dianteira, rasgam horizontes e deixam suas pegadas para que outros as sigam. A história do Rotary é o exemplo da visão de um homem comum, que teve uma idéia e esta se tornou em um ideal e dentro do ideal rotário outros aportaram programas que engrandecem a nossa organização e mantém acesa a chama do ideal de servir. A Fundação Rotária do Rotary International é como uma barragem em um rio caudaloso – Rotary- que com suas turbinas geram energia elétrica que traz benefícios para as comunidades. Chambers disse que: "Um rio beneficia lugares sobre os quais a sua nascente nada sabe".
Logo após a morte de Paul Harris em 1947, muitas contribuições chegaram em homenagem ao fundador do Rotary, e em 1957 foi oficializado o título de Companheiro Paul Harris, que seria outorgado a "quem contribuísse com a quantia de mil dólares, ou em cujo nome tal doação fosse feita".
O primeiro a se tornar companheiro Paul Harris no Brasil foi José Garcia Molina, sócio do Rotary Club de Londrina, que em 1968 ouviu falar das bolsas educacionais, cujo objetivo era e é, criar "boa vontade entre os povos"; para tanto havia necessidade de contribuição financeira. Molina, como autêntico pioneiro, acreditou nos propósitos da Fundação e enviou sua contribuição. José Garcia Molina foi integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou nos campos de batalha na Itália, na última Grande Guerra. Durante a campanha "Ouro para o bem do Brasil", em 1964, ele doou uma enxada fundida toda em ouro, que fizeram em homenagem a seu pai, pioneiro em Londrina, homem humilde e afeito ao trabalho. José Garcia Molina foi presidente do Rotary Club de Londrina, no ano de 1967-68 e morreu em oito de fevereiro de 1995.
Em setembro de 1993, ao visitar Londrina, o presidente de Rotary International, Robert Barth, entregou à senhora Arani Garcia, mulher de Molina, um diploma de reconhecimento pelo pioneirismo da contribuição. No ano de 1972, mais dois brasileiros receberam o título: Nicolau Filizola e Mario Frujuele, ambos do Rotary Club de São Paulo. Atualmente temos cerca de 700 mil sócios Paul Harris em todo o mundo e 22 mil no Brasil. O apóstolo Paulo nos ensina em Romanos 13,7 "A quem honra, honra"
SAFIRAS, RUBIS E DIAMANTES
As doações em favor da Fundação Rotária, em forma de títulos Paul Harris, são uma das grande fontes de recursos de sustentação das obras de nossa organização. Aquele que faz a doação recebe como reconhecimento da Fundação, um certificado da doação e um pin para usar na lapela junto ao seu distintivo. Para cada doação adicional de mil dólares, o pin receberá o acréscimo de uma safira. Depois de cinco safiras o pin passa a ter um rubi para cada doação adicional, até 3 rubis. Aquele que fizer doações além do já descrito, acumulando 10 mil dólares, receberá um pin com um diamante. Para isto, é preciso que as doações sejam feitas no mesmo nome e não para outras pessoas, como é normalmente feito.
Parabéns, meu Estimado Ir.'. SÍLVIO e que o S.'.A.'.D.'.U.'. o abençoe sempre.
T.'.F.'.A.'.,
Robson Gouveia, 33.'.
Ser.'. Gr.'. Sec.'. da Magna Reitoria
Sup.'. Conclave do Brasil para o Rito Brasileiro
TÍTULO HONORÍFICO
Companheiro PAUL HARRIS
Quem foi. O que é. O que significa.
Quem foi PAULL HARRIS ??
Paul Percy Harris (Racine, Wisconsin, 19 de abril de 1868 — Chicago, Illinois 27 de janeiro de 1947) foi um advogado estadunidense, fundador do primeiro Rotary Club e primeiro presidente do Rotary International.
Filho de pais de vida pouco regrada, Paul Percy Harris foi criado por seus avós paternos, Harold e Pamela. Criança e jovem travesso, era o terror da pacata cidade de Wallingford, Vermont e acabou expulso de duas escolas superiores.
Entretanto, a austeridade, a compreensão, a bondade e a tolerância de seus avós, bem como a confiança que seu primeiro patrão nele depositou, pesaram em muito na mudança de comportamento daquele que fundou e desenvolveu o que se tornaria maior entidade particular de serviço social do mundo.
Em 1891, formou-se em direito e decidiu passar os cinco anos seguintes conhecendo os EUA. Trabalhou como repórter, cowboy, professor na Los Angeles School of Business, porteiro de hotel, vendedor de granito e marinheiro. Em 1896, estabeleceu-se em Chicago e em pouco tempo tornou-se um advogado conhecido.
Uma noite foi jantar com um colega do escritório, e de uma caminhada que fizeram após o jantar surgiu o Rotary.
Naquele passeio seu amigo parou em vários estabelecimentos comerciais para cumprimentar os proprietários e lhes apresentar Paul. O fato de que os clientes de seu anfitrião haviam se transformado em amigos entrou na mente de Paul Harris e nunca mais saiu. O Rotary foi criado cinco anos mais tarde como um clube onde relacionamentos profissionais pudessem ser transformados em amizade.
Quando criança, Paul Harris estudara em escolas de elite, onde os alunos tinham pouca ou nenhuma preocupação com dinheiro. Mas ao cursar de direito em lowa conheceu colegas mais velhos que haviam trabalhado duro para poder pagar seus estudos.
Possivelmente, este contato fez grande impressão em Paul Harris pois os primeiros Rotary Clubs eram formados por homens de negócio que conquistaram o que tinham por seu próprio esforço, os self-made men.
Familia
Paul Harris casou-se com Jean Thomson, natural de Edimburgo, Escócia, em 1910. O casal não teve filhos e permaneceram casados até o falecimento de Paul. Jean faleceu em 1963, em sua cidade natal.
Reconhecimento
Após a fundação do primeiro Rotary Club em Chicago, o advogado tornou-se, marido exemplar, cidadão do mundo, conheceu os cinco continentes, recebeu honrarias de reis e presidentes e tornou seu nome sinônimo do que de mais valor herdara de seu avô: a tolerância.
Título "COMPANHEIRO PAUL HARRIS", é o nome que leva o certificado de reconhecimento outorgado pela FUNDAÇÃO ROTÁRIA, para qualquer pessoa, pela doação expontânea da importância de US $ l.000,00 dólares, com a finalidade contribuir para os fundos da Fundação Rotária, com que são desenvolvidos seus diversos programas humanitários. O nome é uma homenagem ao fundador da organização.
Costuma-se dizer, que cada doador de um título "Companheiro Paul Harris", é responsável pela libertação do perigo da poliomielite, de cerca de 2000 mil crianças em qualquer parte do mundo. São as vacinas que se podem adquirir com esta doação. A erradicação deste grande mal, no mundo inteiro, é um dos maiores programas liderado pelo Rotary International. Desta forma, significam muito as doações feitas, pois dão ao Rotary a condição de implementar este e muitos outros programas de elevado cunho humanistico e de solidariedade em favor de irmãos desconhecidos e que de outra forma não teriam como receber alguma ajuda no abandono e esquecimento em que se encontram.
Para ilustrar o assunto, reproduzimos o "Registro" feito na revista BRASIL ROTÁRIO, no 929, Nov/99 de autoria de Gerson Gonçalves, do Rotary Club de Londrina-Norte, PR (DISTRITO 4710) e diretor 1993-95 do RI.
O PRIMEIRO PAUL HARRIS DO BRASIL
Tenho profunda admiração pelos pioneiros, aqueles que, como visionários, vêem o invisível e tomam a dianteira, rasgam horizontes e deixam suas pegadas para que outros as sigam. A história do Rotary é o exemplo da visão de um homem comum, que teve uma idéia e esta se tornou em um ideal e dentro do ideal rotário outros aportaram programas que engrandecem a nossa organização e mantém acesa a chama do ideal de servir. A Fundação Rotária do Rotary International é como uma barragem em um rio caudaloso – Rotary- que com suas turbinas geram energia elétrica que traz benefícios para as comunidades. Chambers disse que: "Um rio beneficia lugares sobre os quais a sua nascente nada sabe".
Logo após a morte de Paul Harris em 1947, muitas contribuições chegaram em homenagem ao fundador do Rotary, e em 1957 foi oficializado o título de Companheiro Paul Harris, que seria outorgado a "quem contribuísse com a quantia de mil dólares, ou em cujo nome tal doação fosse feita".
O primeiro a se tornar companheiro Paul Harris no Brasil foi José Garcia Molina, sócio do Rotary Club de Londrina, que em 1968 ouviu falar das bolsas educacionais, cujo objetivo era e é, criar "boa vontade entre os povos"; para tanto havia necessidade de contribuição financeira. Molina, como autêntico pioneiro, acreditou nos propósitos da Fundação e enviou sua contribuição. José Garcia Molina foi integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou nos campos de batalha na Itália, na última Grande Guerra. Durante a campanha "Ouro para o bem do Brasil", em 1964, ele doou uma enxada fundida toda em ouro, que fizeram em homenagem a seu pai, pioneiro em Londrina, homem humilde e afeito ao trabalho. José Garcia Molina foi presidente do Rotary Club de Londrina, no ano de 1967-68 e morreu em oito de fevereiro de 1995.
Em setembro de 1993, ao visitar Londrina, o presidente de Rotary International, Robert Barth, entregou à senhora Arani Garcia, mulher de Molina, um diploma de reconhecimento pelo pioneirismo da contribuição. No ano de 1972, mais dois brasileiros receberam o título: Nicolau Filizola e Mario Frujuele, ambos do Rotary Club de São Paulo. Atualmente temos cerca de 700 mil sócios Paul Harris em todo o mundo e 22 mil no Brasil. O apóstolo Paulo nos ensina em Romanos 13,7 "A quem honra, honra"
SAFIRAS, RUBIS E DIAMANTES
As doações em favor da Fundação Rotária, em forma de títulos Paul Harris, são uma das grande fontes de recursos de sustentação das obras de nossa organização. Aquele que faz a doação recebe como reconhecimento da Fundação, um certificado da doação e um pin para usar na lapela junto ao seu distintivo. Para cada doação adicional de mil dólares, o pin receberá o acréscimo de uma safira. Depois de cinco safiras o pin passa a ter um rubi para cada doação adicional, até 3 rubis. Aquele que fizer doações além do já descrito, acumulando 10 mil dólares, receberá um pin com um diamante. Para isto, é preciso que as doações sejam feitas no mesmo nome e não para outras pessoas, como é normalmente feito.
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